terça-feira, 22 de outubro de 2013

Hoje é o dia!


 
 
É chegada a hora da cerimônia do 4º Prêmio Instituto Pró-Cidadania de Responsabilidade Social.

Estamos na correria, vivendo um clima de expectativa, emoção e contentamento.

Felizes por alcançar esta quarta edição e poder compartilhar casos de sucesso de inclusão de pessoas com deficiência no mercado de trabalho.

Iniciativas que dão certo

e que refletem o quanto nossa causa vale a pena!

Até mais,

 

Açucena

segunda-feira, 14 de outubro de 2013


Sula Miranda nos brindou com uma visita ao IPC hoje, fez algumas entrevistas
e conversou com os treinandos de duas turmas. É muito bom saber que pessoas famosas e públicas se dispõem a apoiar a causa da inclusão. Afinal tem tudo a ver com o seu programa "Tudo Posso".

Obrigada, Sula Miranda, por seu apoio ao nosso trabalho!
 
Grande abraço da Açucena.
 

 

sexta-feira, 5 de julho de 2013

Hoje o Instituto Pró-Cidadania faz aniversário: 24 anos


O Instituto Pró Cidadania está em festa!!!

E te convida para comemorar!!

São 24 anos de muita responsabilidade no cumprimento da sua missão: transformar vidas.

Capacitar, qualificar e incluir pessoas com deficiência no mercado de trabalho é nossa referência.

Oferecer para as empresas de forma assertiva o melhor profissional para a melhor função é o nosso desafio constante e somos muito bons nisso...

Já incluímos mais de 35.000 pessoas com deficiência nas maiores e melhores empresas do país.

Possuímos uma equipe dedicada de profissionais competentes e humanos que se empenham para transformar vidas com respeito, qualidade e dedicação.

Mas essa festa pode e deve ser muito maior porque o Instituto Pró-Cidadania entra para história das pessoas com deficiência desse país por sua ousadia e seu enfrentamento, não pela força, mas pela credibilidade de quem faz e faz bem feito!!! 

O Instituto toma para si a responsabilidade direta no arquivamento definitivo do PLS 112/2006, que iria excluir milhões de pessoas com deficiência do mercado de trabalho.

Esse PLS não existe mais!

O Instituto Pró-Cidadania sabe de sua responsabilidade na defesa dos interesses das pessoas com deficiência e está alerta para novas lutas por um país mais justo e humano!!! Tenho orgulho de ter iniciado esse trabalho há mais de duas décadas.

Vamos festejar!!!

Parabéns Instituto Pró-Cidadania, muito mais forte...Sempre!!!

 

Açucena Calixto Bonanato

 

quarta-feira, 19 de junho de 2013

O gigante acordou!!


 
Até que enfim nossa população resolveu se manifestar contra todas as improbidades que ocorrem no país.  Demorou.

Sou absolutamente a favor das manifestações pacíficas para demonstrar o quanto nossa população está sendo desprezada pelos governantes.

Acompanho diariamente pessoas que, por força de sua condição de deficiência, dependem de um sistema de saúde falido, de transportes não adaptados, de escolas despreparadas tanto em acessibilidade como em professores treinados para recebê-los.

Se para a população em geral já é difícil, imagina só para a população chamada de especial, ou seja, a que requer uma atenção especial.

“Dai a Cesar o que é de Cesar” – sou totalmente favorável ao pagamento de impostos, de forma que retorne a benefícios para a população. Não é o que presenciamos no Brasil. Quanto mais se paga de impostos, mais temos que pagar para termos os “serviços públicos” privados. Lembro-me de quando estudava, que as escolas públicas eram tão boas, que precisávamos prestar vestibulinho para entrar. Quem não conseguia acompanhar o ensino público ia para as escolas particulares, chamadas de “pagou passou”. Bons tempos em que as crianças sabiam as capitais de todos os estados e distinguiam  uma planície de um planalto.

Observando as fichas de entrevista, percebemos que mal sabem escrever, apesar de terem curso superior. Quando pedimos para fazer uma redação, se levarmos a sério, reprovamos todos os candidatos e não é pela nova ortografia não, é simplesmente porque a redação não tem pé, nem cabeça. Não tem sequência, nem conteúdo.

Cada vez estamos presenciando um governo tipo “Silvio Santos” – quem quer dinheiro. É a bolsa-família, bolsa-leite, bolsa-gás, salário-família, bolsa-droga, bolsa-detenção e trabalhar, quem quer?

Em processos de seleção pelo interior do país, nos deparamos com candidatos que riem da oferta de emprego para ganharem mil e duzentos reais, quando, sem sair de casa, recebem muito mais do que isto. E, claro, não tem nenhuma formação, nem experiência anterior.

Segurança? O que é isto? A população está cada vez mais apavorada e trancafiada dentro de casa. Direitos humanos, só para bandidos. A impunidade se estabeleceu de uma tal forma que as pessoas do bem abrem mão de seu direito de reclamar ou denunciar, com medo de represálias.

As famosas PECs (Proposta de Emenda à Constituição) não passam de abuso do poder. A população tem que ser consultada em assuntos que ferem seus direitos. Se existe uma Constituição, que se cumpra. Dezenas de artigos da nossa Constituição ainda não entraram em vigor porque não foram regulamentados e são artigos de interesse geral, como revisão dos impostos, ações de inclusão, de igualdade de direitos.

Pela primeira vez a população reage espontaneamente, sem vínculo partidário, para demonstrar sua insatisfação latente, que se arrasta há anos. Esta é uma clara mensagem aos governantes que o Brasil pode mais. Não existe um país como o nosso, com tantas riquezas naturais, com um povo que recebe a todos de braços abertos, abençoado por não ter grandes catástrofes meteorológicas. Em realidade não precisa muito para que o Brasil seja o país dos sonhos, basta não atrapalhar seu crescimento.

Espero que destas manifestações surja o efeito esperado, de mudanças radicais na administração dos bens públicos, para que nossa população tenha melhores oportunidades de uma vida digna e um futuro próspero, com mais igualdade para todos.

Açucena Calixto Bonanato

sexta-feira, 10 de maio de 2013

Tejon lança livro e homenageia IPC
 
Na carta de apresentação do seu novo livro, O Código da Superação, José Luiz Tejon referencia seu
trabalho voluntário no IPC.
A equipe do Instituto agradece e sente-se muito orgulhosa e privilegiada em contar com tão nobre colaboração e apreço.
 
Tejon é realmente uma pessoa especial por sua sensibilidade e altruísmo.
Sempre estaremos torcendo e vibrando com o seu sucesso, em todas as áreas.

Açucena
 

sexta-feira, 26 de abril de 2013

Em conversa com o senador Romero Jucá

Nesta semana, especificamente na 2ª feira (22), representando a Diretoria do IPC, estive em audiência com o senador Romero Jucá, em Brasília, para registrar a indignação e discordância do Instituto e de tantas outras pessoas com relação aos Projetos de Lei nºs 112/2006 e 234/2012, que retrocedem as conquistas obtidas com a Lei de Cotas.

Entregamos um relatório registrando todos os pontos negativos dos Projetos de Lei e uma cópia do abaixo-assinado com mais de 2 mil adesões, que ainda está aberto para assinaturas.

Em contínua luta a favor dos direitos da pessoa com deficiência, ressaltamos ao senador que:

  • Se a cota for reduzida, as empresas que contrataram percentuais maiores optarão por demitir esses profissionais com deficiência, muitos deles colocados em postos de baixa visibilidade e sem perspectiva de carreira.
  • A terceirização proposta no PL arruína a efetivação de vagas ofertadas e agrava o problema da inclusão profissional da pessoa com deficiência.
  • Os programas de profissionalização previstos no PL tendem a “encostar” as pessoas com deficiência em eternos cursos, sem chance de contratação pelo mercado.
  • A terceirização em oficinas protegidas de produção, conforme trata o PL, confina a pessoa com deficiência em ações dedicadas a trabalhos manuais e atividades improducentes, com remuneração limitada, excluindo o cidadão e profissional do convívio social.
  • A redução da reserva de vagas para empregos públicos traduz a ineficiência, o despreparo e a exclusão do próprio Estado ao tratar da pessoa com deficiência.
  • A postergação do cumprimento das cotas pelo Estado por mais 10 anos não faz sentido, já que a Lei de Cotas existe há praticamente 22 anos.
  • Os concursos restritos a pessoas com deficiência, em vez de promover a inclusão por competência, parecem atestar a limitação desses indivíduos.
  • A reversão ao FAT (Fundo de Amparo ao Trabalhador) da remuneração de pessoas com deficiência não contratadas, além de remeter esses profissionais à exclusão e ao desamparo social, não é efetivamente aplicada em cursos profissionalizantes.
  • O escalonamento da cota de contratação por grau de risco beneficia totalmente as grandes empresas, que pela Lei de Cotas devem manter um número maior de profissionais com deficiência contratados. Essa proposta do PL 234, em lugar de incentivar a contratação inclusiva, diminui a empregabilidade da pessoa com deficiência.
Essas razões técnicas, somadas à nossa experiência diária e ao convívio que mantemos com pessoas com deficiência, nos levam a insistir com o Legislativo para a não aprovação das mudanças retrógradas e excludentes propostas pelos senadores.

Segundo o senador Romero Jucá, essas manifestações serão juntadas aos Projetos de Lei para ser analisadas juntamente com outras sugestões.

Vamos continuar de olho e na expectativa de que alguma medida reversiva seja tomada contra esse retrocesso!

Comente você também e manifeste sua indignação com essas propostas!
 
Um abraço,


Açucena

quinta-feira, 11 de abril de 2013


Empresas pagarão menos impostos ao contratar pessoas com deficiência

O Projeto de Lei nº 391/2012, do Senador Mário Couto (PSDB – PA), aprovado ontem no Senado pela Comissão de Direitos Humanos e Legislação Participativa, altera as oportunidades de empregabilidade para as pessoas com deficiência.

“A pessoa jurídica poderá deduzir, para efeitos do cálculo do imposto de renda de que trata a alíquota do art.3º. da Lei 9.249/95, o percentual de 2%, se empregar em seus quadros, observado o limite mínimo de 10% do total geral de seus empregados, pessoas portadoras de deficiência”.

Com este incentivo fiscal, as pequenas e médias empresas, além daquelas com mais de cem empregados, sujeitas à Lei de Cotas, também poderão contratar pessoas com deficiência, ampliando substancialmente o número de vagas para esta população.

Sabidamente, a maior oferta de vagas encontra-se na somatória das pequenas e médias empresas e se 10% destas vagas forem destinadas a pessoas com deficiência, a oportunidade de trabalho e socialização dessas pessoas dará um salto inestimável.

O projeto segue para análise da Comissão de Assuntos Econômicos, em votação final.

Parabéns pela iniciativa do Senador e de todos os envolvidos no processo de aprovação. O Brasil agradece!